quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Fotos do 1° Master Mind.

Algumas fotos do 1° Master Mind.
Para ver mais fotos acesse o orkut da VIPFISIOPERSONAL. Clique Aqui











By Dr.Eduardo Ayub Lopes

Novo Local e Horário.

Nosso próximo encontro já está definido,

ocorrerá no dia:

11 de novembro, às 19 horas, na Av. Brasil n. 342,

na concessionária da Suzuki - Giros, de propriedade do Dirceu Biscuola, outro membro do grupo.



By Dr.Eduardo Ayub Lopes

O que é Master Mind - VipClub?

VIP Business - Master Mind – VIP Club.


Essa é uma idéia antiga que elaboramos há algum tempo, visualizamos um local onde pessoas idealizadoras, inovadoras, que tenham interesse em compartilhar idéias, soluções e contribuir com os outros membros do grupo e receber contribuição deles, pudessem se encontrar. Ou seja, queremos reunir pessoas dispostas a aprender e ensinar!!


A idéia do nome surgiu do livro: “Lei do Triunfo” de Napoleon Hill, foi sugerida pelo Jose Sá, um dos membros do grupo. Esse nome master mind, recebe um significado especial no livro no momento que o autor sugere que a reunião de várias cabeças pensantes resulta em algo muito maior que a simples soma, as idéias se multiplicam, 1 idéia + uma idéia, nunca é igual a 2 idéias.


A primeira reunião do grupo foi realizada no dia 19 de agosto para definir as diretrizes do grupo.


Faremos durante as duas próximas reuniões um estudo do funcionamento do lado direito do cérebro, baseado no livro de Daniel H. Pink, Revolução do Cérebro. Com esse tema iremos estimular a criatividade do grupo, a co-criação de soluções e idéias.


Nosso próximo encontro já está definido, ocorrerá no dia 11 de novembro, às 19 horas, na Av. Brasil n. 342, na concessionária da Suzuki, Giros, de propriedade do Dirceu Biscuola, outro membro do grupo.


Quem tiver interesse ou quiser mais informações entre em contato, pois as vagas são limitadas.



By Dr. Eduardo Ayub Lopes.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Prolongando seu retorno financeiro - Parte 2.

Prolongando seu retorno financeiro - parte2.


Perspectivas em longo prazo devem ser alimentadas com preparação, busca constante e persistência; meta clara, objetiva e realista, desta forma prevê aonde chegaremos. Nosso corpo deve estar preparado em consonância para que seja suportável enfrentar essa longa jornada.

Atividade física e alimentação devem estar entre as ferramentas de suporte à saúde. Os pontos básicos são: fracionar as refeições, balancear proteínas, carboidratos e gordura, estabelecer a quantidade de calorias correta e principalmente procurar uma nutricionista. 80% do resultado devem-se à dieta.

Atividade física bem orientada e alimentação adequada proporcionam bem-estar físico, mental; disposição e melhor qualidade de vida.

By Dr.Eduardo Ayub Lopes

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Opinião de Márcia Dias

Opinião de Márcia Dias sobre o VIP Business - Master Mind - VIP Club.

O relacionamento se expande a medida que você se permite essa interação,
de forma que você gera uma circularidade de
reciprocidade, depende sim de você gerar a energia de troca pois é incrível existe mesmo!!!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Prolongando seu retorno financeiro - Parte 1


Prolongando seu retorno financeiro - parte1.

Vivemos em uma era marcada pela excelência na formação profissional; procuramos os melhores cursos, faculdades, pós-graduações e MBAs.

O intuito é um só: o SUCESSO. Somos movidos a resultados a reconhecimento, essa é a nova era e não há nada de errado nisso, exceto...

Como profissional da área da saúde passei por experiências tristes, vi carreiras brilhantes firmadas em detrimento à saúde se perderem pelo caminho. E na maioria das vezes quando os olhos se abriram já era tarde.

Muitos se esquecem de cuidar de si próprios e quando chegam ao auge profissional são abatidos pelo desleixo aos cuidados com a qualidade de vida. Não somos máquinas e mesmo que fôssemos, as máquinas também param...


By Dr.Eduardo Ayub Lopes

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O benefício das atividades físicas para a sua silhueta está longe de se limitar à queima de calorias.

O benefício das atividades físicas para a sua silhueta está longe de se limitar à queima de calorias. Pesquisadores da Unicamp revelam que a prática de exercícios pode também controlar a sensação de saciedade.


Por: Manuela Andreoni


Academia não rima com pizzaria. Não no dicionário do clínico geral José Barreto Carvalheira, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Carvalheira é o líder do grupo de 17 cientistas brasileiros que mostrou pela primeira vez uma associação entre a prática de exercícios e o controle da saciedade.


Um estudo publicado pela equipe brasileira esta semana no periódico PLoS Biology revela que as atividades físicas funcionam como um mecanismo de estabilização do organismo, que inibe o apetite nos indivíduos que estão acima do peso ideal. "As pessoas acham que exercício só queima caloria, mas conseguimos tirar o foco disso", conta Carvalheira à CH On-line.


A prática de exercícios reverte a resistência do hipotálamo aos hormônios que controlam o apetite a ideia da pesquisa foi sugerida por Eduardo Ropelle, que se formara em educação física pela PUC de Campinas e estava prestes a iniciar o mestrado em clínica médica na Unicamp. Ropelle queria ligar os dois campos aos quais se dedicava e, ao conhecer o laboratório de controle de ingestão alimentar de Carvalheira, decidiu investigar a ligação entre a sensação de fome e o exercício físico.


Cinco anos depois, Ropelle, agora doutor em fisiopatologia médica e professor da Unicamp, tem uma resposta para sua questão inicial. Os estudos desenvolvidos por sua equipe mostraram que a prática de atividades físicas reverte a resistência aos hormônios que controlam nosso apetite causada pela superalimentação.


A superalimentação no cérebro

Nos indivíduos que comem além da conta, o hipotálamo - região do cérebro que determina processos metabólicos - cria resistência aos hormônios insulina e leptina, cujo papel é nos informar quando estamos saciados. Essa falta de sensibilidade se deve a uma inflamação causada pelo consumo excessivo de gordura.


E é justamente nesse ponto que as atividades físicas entram em ação, segundo os cientistas brasileiros. A contração dos músculos característica da prática de exercícios libera uma proteína (IL 6) no sistema nervoso central que, agindo indiretamente por um complexo caminho bioquímico, acaba por inibir a inflamação do hipotálamo.

Com isso, o hipotálamo recupera a sensibilidade à insulina e à leptina, o cérebro volta a entender a mensagem de saciedade e inibe nosso apetite com eficácia. Ou seja, o exercício não funciona exatamente como um inibidor de apetite, mas como um estabilizador da gestão de alimentos.



Tratamentos em perspectiva?

Os resultados do estudo brasileiro são importantes para o entendimento dos distúrbios de sobrepeso, que afetam mais de 1,6 bilhão de adultos no mundo, de acordo com dados de 2005 da Organização Mundial da Saúde (OMS) - o número pode chegar a 2,3 bilhões de indivíduos em 2015. No Brasil, a gravidade do problema não passa despercebida: 43% da população adulta está acima do peso e 13% é obesa.


Mas ainda é cedo para pensarmos em um tratamento para a obesidade derivado dessa descoberta. As conclusões dos pesquisadores da Unicamp foram tiradas a partir da observação de ratos de laboratório obesos e magros, que faziam exercícios constantes de corrida e natação. Foi usada também a injeção da proteína IL 6 sintética para simular a prática de exercícios nos roedores, o que restabeleceu satisfatoriamente o controle da saciedade dos animais.


Carvalheira é reticente em relação à aplicação desse método em humanos. "É complicado introduzir a IL 6 no organismo, porque ela tem uma função dupla: pode ser pró-inflamatória, se injetada na corrente sanguínea, ou antiinflamatória, se aplicada no sistema nervoso central", explica o clínico. "Não há por enquanto uma droga claramente desenhada para reproduzir o exercício com a injeção no sistema nervoso central direto."

Seja como for, os resultados do estudo publicado esta semana abrem as portas para a pesquisa de tratamentos inspirados nessa descoberta. "É difícil ainda saber em que tipo de tratamento essa descoberta vai dar realmente", avalia Carvalheira. "Estamos descrevendo um mecanismo para ser estudado".



http://cienciahoje.uol.com.br

Fonte:Ciência Hoje 25/8/2010

Fazer horas extras pode aumentar em 60% risco de doenças cardíacas

Fazer horas extras pode aumentar em 60% risco de doenças cardíacas

Estudo verificou relação entre saúde, trabalho e tempo livre em funcionários públicos britânicos

Estadão
Fazer horas extras diariamente, trabalhando entre 10 e 11 horas por dia, pode aumentar em 60% os riscos de doenças cardíacas, de acordo com um estudo publicado no site da revista especializada European Heart Journal.

A conclusão é o resultado de uma pesquisa com 6 mil funcionários públicos britânicos e descontou fatores de risco cardíaco tradicionais, como fumo. Segundo os autores, o estudo mostra a importância do equilíbrio entre trabalho e tempo livre.

Ao todo, foram verificados 369 casos de pessoas que sofreram doenças cardíacas fatais, tiveram infartes ou desenvolveram angina. Em vários casos, os médicos constataram um forte vínculo com o número de horas trabalhadas.

Personalidades 'tipo A'

Entre as explicações para essa relação, estariam o menor tempo para exercícios e relaxamento, além de estresse, ansiedade e depressão. Além disso, os médicos dizem ter identificado uma relação entre pessoas muito dedicadas à carreira com personalidades "tipo A", altamente motivadas, agressivas e irritáveis.

"Funcionários que fazem horas extras também tendem a trabalhar quando estão doentes, ou seja, relutam em faltar ao trabalho mesmo doentes", diz a pesquisa.

A epidemiologista Mianna Virtanen, que coordenou o estudo pelo Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional em Helsinki, em parceria com a University College London, afirmou que as conclusões não são definitivas.

"É preciso pesquisar mais antes de termos segurança ao afirmar que fazer horas extras causaria doenças cardíacas coronárias", disse Virtanen.

O médico John Challenor, da Sociedade de Medicina Ocupacional afirmou que a pesquisa confirma diversos fatos que médicos já conheciam: "que o equilíbrio trabalho/tempo livre tem um papel vital no bem-estar".